Cultivo de plantas nativas da Mata Atlântica e espécies pioneiras não convencionais. A LEIRA trabalha com flora espontânea, “ervas daninhas” e plantas aromáticas de alto valor ecológico e sensorial, esquecidas pelo mercado.
Essas plantas fazem parte de uma abordagem de botânica regenerativa, onde espécies aromáticas, medicinais e ecológicas são valorizadas não apenas por seu uso tradicional, mas também por seu potencial sensorial e científico.
As plantas nativas da Mata Atlântica possuem alta diversidade química e sensorial, com potencial para uso em incensos naturais, extratos botânicos e produtos aromáticos artesanais.
Essas espécies são adaptadas ao bioma e apresentam grande complexidade ecológica, sendo essenciais para sistemas de cultivo regenerativo.
As plantas pioneiras são espécies que surgem em áreas abertas, solos expostos e processos de regeneração natural.
Na LEIRA, essas plantas são compreendidas como organismos fundamentais na sucessão ecológica, contribuindo para a recomposição do solo e equilíbrio ambiental.
Revelam uma parcela da biodiversidade aromática brasileira ainda pouco reconhecida pelo mercado de fragrâncias.
Muitas das espécies cultivadas pela LEIRA são tradicionalmente chamadas de ervas daninhas.
No entanto, essas plantas possuem alto valor ecológico, aromático e medicinal, sendo reavaliadas como matéria-prima botânica de interesse científico e artístico.
Lista em expansão
O cultivo da LEIRA integra práticas de agroecologia, observação de ecossistemas naturais e estudo do potencial aromático das espécies.
O objetivo não é apenas produção, mas também pesquisa sobre o comportamento das plantas em sistemas regenerativos e sua aplicação em produtos botânicos de alta complexidade sensorial.
O Arquivo Botânico LEIRA é um organismo vivo em expansão, onde cultivo, paisagem, ciência e criação botânica se encontram.